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Rio de Janeiro, 21 de agosto de 2017 03h44

Jogos Rio 2016

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Primeiro torneio disputado no Campo Olímpico de Golfe após os Jogos Rio 2016 marca início do legado com ingressos e aulas gratuitas

25/09/2016, às 19:07

Golfe_Foto-Ricardo-Cassiano_campeaoO campeão Jorge Fernandez-Valdes/Foto: Ricardo Cassiano
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Golfe_Foto Ricardo Cassiano_06O campeão Jorge Fernandez-Valdes/Foto: Ricardo Cassiano
Golfe_Foto-Ricardo-Cassiano_07Os voluntários da competição/Foto: Ricardo Cassiano
Golfe_Foto-Ricardo-Cassiano_08Alunos das escolas municipais Ciep Nelson Mandela, em Campo Grande, e Gastão Rangel, em Guaratiba/Foto: Ricardo Cassiano
Golfe_Foto-Ricardo-Cassiano_09O jovem atleta Tássio de Oliveira Souza/Foto: Ricardo Cassiano

Com 127 competidores de 18 países terminou hoje no Campo Olímpico de Golfe, na Barra da Tijuca, a 63ª edição do Aberto do Brasil, mais tradicional competição do golfe profissional do País. O argentino Jorge Fernandez-Valdes foi vitorioso com duas tacadas de vantagem em relação a três competidores que empataram em segundo lugar. Fernandez-Valdes disse ter ficado impressionado com o desenho do campo. “Eu já tinha recebido informações de que o campo era espetacular, de amigos argentinos que tinham vindo. Foi um grande trabalho de quem construiu”, afirmou o atleta que enfrentou o desafio de jogar a final debaixo de chuva.

O torneio, que começou na quinta-feira (22/09), foi a primeira competição em instalação olímpica após os Jogos Rio 2016 e marcou o início do legado com ingressos e aulas gratuitas para o público. O Aberto do Brasil faz parte do PGA Tour Latinoamérica, principal circuito de golfe do continente, que dá vagas para o Web.com Tour, que por sua vez dá acesso ao PGA Tour americano. O país com maior número de representantes no Aberto do Brasil foi o EUA, com 38 golfistas, seguido pelo Brasil, com 32 atletas, e pela Argentina, com 19.

Mais de 40 crianças e adolescentes das escolas municipais Ciep Nelson Mandela, em Campo Grande, e Gastão Rangel, em Guaratiba, que participam do programa Golfe para a Vida, da Confederação Brasileira de Golfe, compareceram ao evento para ter aulas da modalidade no Campo Olímpico de Golfe. O espaço será a sede nacional do Golfe para a Vida, programa que já levou o ensino do esporte a quase 80 mil crianças no Brasil. No Rio de Janeiro, 2.000 jovens já têm regularmente aulas de golfe dentro das escolas e passarão em breve para a segunda fase do programa, com prática no Campo Olímpico. Tássio de Oliveira Souza, de 16 anos, aluno do 9º ano da Escola Municipal Gastão Rangel, é um desses jovens. Ele foi o primeiro aluno a praticar golfe em sua escola, há dois anos, com a chegada do Golfe para a Vida. “Eu estava no pátio quando vi um pessoal jogando. Achei interessante e perguntei para o professor se podia me inscrever. Desde então venho me dedicando muito e agora consegui a oportunidade de trabalhar aqui no Campo de Golfe como Jovem Aprendiz. Começo em outubro e estou muito animado”, conta Tássio, que foi ao campo olímpico pela primeira vez em março, durante o evento-teste de golfe para os Jogos Rio 2016.

LEGADO OLÍMPICO

Os Jogos Olímpicos Rio 2016 marcaram o retorno do esporte às Olimpíadas após 112 anos de ausência. Durante a cerimônia de premiação, o comentarista de golfe Marco Antônio Rodrigues destacou que o sonho olímpico começou há quatro anos com o início das obras: “Hoje nós temos aqui o resultado que é essa maravilha de campo, os Jogos Olímpicos espetaculares que tivemos e essas crianças que estão aqui representando o futuro do golfe. Nós esperamos daqui a alguns anos ter 200 mil meninos e meninas do Brasil jogando a modalidade”.

A partir de outubro, o Campo Olímpico de Golfe entrará em funcionamento em regime de soft opening, se tornando o primeiro campo público de 18 buracos de nível internacional do Brasil. O acesso às suas dependências será livre. Quem quiser jogar terá de pagar uma taxa, cujo valor será divulgado em breve.