Ícone de Linguagem

Escolha sua língua / Choose your language / Elija su idioma

Português English Español

Rio de Janeiro, 23 de maio de 2017 09h34

Jogos Rio 2016

Rio Media Center

Participação do Brasil nos Jogos Paralímpicos Rio 2016 foi melhor do que em Londres 2012 e será melhor ainda em Tóquio 2020, diz Ministro do Esporte

18/09/2016, às 18:35

Fonte: Governo Federal

Os atletas brasileiros do paradesporto cumpriram a promessa de que o Brasil teria medalhas todos os dias durante os Jogos Paralímpicos Rio 2016, comemorou o Ministro do Esporte, Leonardo Picciani, em entrevista coletiva neste domingo (18/9), no Rio Media Center. Na oitava posição no ranking geral, o Brasil chega ao último dia dos Jogos Paralímpicos com 72 medalhas, sendo 14 Ouros, 29 Pratas e 29 Bronzes. E Londres 2012, os paratletas brasileiros ganharam 43 medalhas. “Quero agradecer aos atletas paralímpicos brasileiros por essa extraordinária participação, que nos encheu de orgulho e admiração”, disse Picciani.

Segundo o ministro, a venda de ingressos no Rio superou Pequim 2008, com 2,1 milhões de ingressos vendidos. O resultado perde apenas para Londres 2012. Os Jogos Paralímpicos também superaram o recorde de torcedores no Parque Olímpico da Barra registrado durante os Jogos Olímpicos. Em apenas um dia, 167 mil pessoas acompanharam as competições paralímpicas, 10 mil a mais que no recorde olímpico.

Sobre os resultados do país na competição, Picciani destacou que a delegação brasileira disputou 99 finais paralímpicas no Rio 2016, e termina sua participação nos Jogos com diversas medalhas inéditas. “Conquistamos uma prata e um bronze inéditos no ciclismo de estrada, e também no tênis de mesa e no halterofilismo. Foram 32 medalhas inéditas”, disse o ministro, observando que todos os paratletas que subiram ao pódio tiveram incentivo federal por meio do Programa Bolsa Atleta.

Essa também foi a melhor campanha feminina brasileira nos Jogos Paralímpicos, comemorou Picciani. Das 72 medalhas alcançadas pela delegação do Brasil, 19 foram conquistadas por mulheres. “Nossa avaliação é que a participação do Brasil foi absolutamente positiva, mas queremos que Tóquio 2020 seja ainda melhor do que aqui no Rio 2016, que já foi bastante melhor do que nossa participação em Londres 2012. E certamente 2020 será melhor”, afirmou.

A partir de agora, o Ministério do Esporte concentrará o foco no Plano Nacional do Desporto, com o planejamento para os próximos dez anos e a definição da atuação coordenada das entidades públicas e privadas. Segundo Picciani, o Ministério atuará em três frentes: o esporte de alto rendimento, participação e lazer para a população em geral e educacional, com foco nas crianças e adolescentes em fase inicial de desenvolvimento. O programa de incentivo do Governo Federal aos atletas e paratletas, garantiu o ministro, será mantido, com aprimoramento da Bolsa Pódio e permanência da Bolsa Atleta.

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

governo

http://www.brasil2016.gov.br/

www.facebook.com/

[email protected]