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Rio de Janeiro, 29 de abril de 2017 10h37

Jogos Rio 2016

Rio Media Center

Museu de Arte do Rio: cultura e educação 

12/09/2016, às 12:49

MAR 001Foto: Divulgação
MAR 004Foto: Divulgação

Uma das âncoras culturais da revitalização da Região Portuária do Rio, ao lado do Museu do Amanhã, o Museu de Arte do Rio (MAR) preparou um programa especial de exposições para o período dos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Localizado na Praça Mauá – que faz parte do Boulevard Olímpico, o maior live site da história dos Jogos –, o MAR é um espaço dedicado à arte, à cultura visual e à educação. Ocupa dois prédios: um de estilo eclético, que abriga o Pavilhão de Exposições; outro em estilo modernista, onde funciona a Escola do Olhar, unidos por uma cobertura fluida de concreto, que remete a uma onda – sua marca registrada –, e uma rampa, por onde os visitantes chegam aos espaços expositivos.

Jornalistas credenciados no Rio Media Center podem agendar visitas ao Museu de Arte do Rio e ao Museu do Amanhã em datas e horários pré-marcados. Os nomes do profissional e do veículo de mídia devem ser enviados para o e-mail [email protected]com. A equipe dos museus retornará com indicação de data e hora possíveis para realização da visita.

A programação especial do MAR começa no terceiro andar com Leopoldina, princesa da Independência, das artes e das ciências. A mostra apresenta ao público a vida de uma das personalidades mais importantes no processo de emancipação do Brasil, que abriu as portas das Américas em termos tanto comerciais como culturais e sociais, por meio de 350 peças – entre obras de arte, iconografia, documentos, vestuário e mobiliário, além de itens de botânica, zoologia e mineralogia.

Pela primeira vez uma mostra toma conta da passarela que liga a Escola do Olhar ao Pavilhão de Exposições, onde é apresentada uma cronologia narrativa dos principais fatos da vida da Princesa Leopoldina, desde seu nascimento, em 1797, na Áustria, até sua morte em 1826. Completar essa atmosfera ficará a cargo do visitante, que poderá usar telas interativas para escolher músicas do período. A vida de D. Leopoldina na cidade também será apresentada por meio de cartas que revelavam sua solidão – aguçada pelas dificuldades da língua e do lugar da mulher na sociedade colonial patriarcal –, suas angústias e estratégias para superar as condições de vida no Brasil, agravadas pelo forte calor e grande quantidade de insetos.

A partir do segundo andar e até a galeria B do primeiro piso do pavilhão de exposições, o visitante será presenteado com a mais completa antologia da cor já apresentada na cidade do Rio de Janeiro. A cor do Brasil traça a trajetória da arte brasileira desde o período colonial até o século XXI, com cerca de 400 obras, como O Abaporu e Antropofagia, de Tarsila do Amaral, e peças icônicas de nomes importantes como Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Flavio Shiró, Tomie Ohtake, Iberê Camargo, Lasar Segall, Beatriz Milhazes e Volpi, entre outros grandes nomes.

Outras duas exposições fecham a programação do MAR Olímpico. A mostra Linguagens do corpo carioca [a vertigem do Rio] reúne 800 fotografias de artistas como Evandro Teixeira, Pierre Verger, Mario Testino, Bruno Veiga e Ana Stewart, entre outros nomes que captaram a essência da alma carioca por meio de seus trabalhos. A exposição toma como ponto de partida o corpo de quem vive na cidade para pôr em discussão a identidade social como uma espécie de gíria gestual. No térreo, Da natureza das coisas – Pablo Lobato convida o público a uma reflexão sobre a constituição das coisas e das imagens, atentando para as singularidades de suas “naturezas”, a partir de vídeos, fotografias, instalações, objetos e uma publicação.

 

O Museu de Arte do Rio 

Uma iniciativa da Prefeitura do Rio em parceria com a Fundação Roberto Marinho, o MAR tem atividades que envolvem coleta, registro, pesquisa, preservação e devolução à comunidade de bens culturais. Espaço proativo de apoio à educação e à cultura, o museu já nasceu com uma escola – a Escola do Olhar –, cuja proposta museológica é inovadora: propiciar o desenvolvimento de um programa educativo de referência para ações no Brasil e no exterior, conjugando arte e educação a partir do programa curatorial que norteia a instituição.

O MAR é gerido pelo Instituto Odeon, uma organização social da Cultura, selecionada pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro por edital público. O museu tem o Grupo Globo como mantenedor, o Itaú como copatrocinador de Leopoldina, princesa da Independência, das artes e das ciências, e o J.P. Morgan como apoiador de Linguagens do corpo carioca [a vertigem do Rio]. Para as atividades da Escola do Olhar, conta-se com o apoio do Banco Votorantim e o Grupo Libra como apoiador das visitas educativas, e a Accenture como apoiadora do MAR na Academia via Lei Municipal de Incentivo à Cultura. O projeto MAR de Música recebe apoio da TIM via Lei Estadual de Incentivo à Cultura e a Souza Cruz é copatrocinadora do Domingo no MAR. Conta ainda com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, e realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal do Brasil por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 

Para mais informações:

www.museudeartedorio.org.br

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